A gente nunca imagina quando a fotografia vai deixar de ser colorida.
Nem quando o sorriso alinhado estará para sempre cerrado.
o toque dos meus dedos no cabelo fino tomando café à mesa
é agora memória embaçada
rarefeita em versos
Nossos peitos não mais se encontram em abraço apertado depois de minhas longas ausências.
De quando em quando
surge a foto de um clique que durou um minuto
mas
que
eu
queria
congelar
numa
E T E R N I D A D E